quinta-feira, 3 de novembro de 2011

massagem yoni salvador acesse www.leonimassagem.blogspot.com

MASSAGEM TANTRICA YONI salvador/bahia

A Massagem Yoni Tântrica é a um mesmo tempo sensual, cheia de ternura e espiritual. A pessoa que recebe a Massagem Yoni sente a conexão com o seu Eu Superior através da entrega sincera à mãos habilidosas da terapeuta, a cada toque sua sensibilidade aumenta e também a percepção da energia vital (prana) percorrendo seu corpo. Ao término da massagem uma sensação de Integridade (estar inteiro, e não, fragmentado).Um silêncio  profundo e  serenidade preenchem o seu corpo-mente. É um estado do Ser tão prazeiroso que na Antigüidade só era permitido aos iniciados!
Benvindos à uma nova Consciência do seu corpo e da sua sexualidade!
Estarei a sua disposição para conversarmos e praticarmos juntos esta arte milenar sagrada!
Num ambiente aconchegante, aquecido, de fino bom gosto e higiênico; terei imenso prazer em recebê-la para uma inesquecível sessão de Massagem Yoni Tântrica. VEJA O VIDEO ABAIXO:
Liberte-se!!!
A Yoni Massagem tem como objetivo:
• Dissolver bloqueios psicológicos , emocionais e corporais que inibem o fluxo da energia orgástica.
• Elevar a sua energia kundalini até o chakra cardíaco
• Aprender a amar ao próximo respeitando seu corpo – (Templo Sagrado)
• Aprender a se amar!
• Os toques lhe deixam em estado de orgasmos e são momentos únicos de êxtases.
• Conectar com sua essência divina.
• Despertar seus sentidos e estimular o parceiro.
Aprender a confiar e relaxar no prazer e intimidade . È uma técnica ao mesmo tempo sensual , exótica e muito prazerosa. ( não no sentido sexual e erótico).Busco aqui o despertar para o prazer   através de toques suaves, profundos e sutis , movimentar a energia sexual da massageada. Deslizando a movimentação desta energia  encontra-se a cura para traumas e bloqueios que causa impotencia , frigidez, insensibilidade genital. Os Toques suaves e profundos da Massagem Tântrica, abrem caminho para a livre circulação da energia vital, trazendo mais alegria e prazer de viver, despertando a sensualidade e sensibilidade.
Tântrica, uma massagem que muita gente associa ao sexo tântrico, mas de forma errada. As massagens tântricas são isso mesmo, massagens mas sem sexo de penetração. No entanto, se for bem feita, existirá um orgasmo.

O problema está no termo tântrica, que era usada pelos hindus para descrever crescimento pessoal através de uma existência com prazer. A massagem em si, pode causar orgasmos mas é apenas um bónus e não o objectivo da massagem.

EM QUE CONSISTE A MASSAGEM TÂNTRICA


A massagem tântrica não envolve sexo com penetração, mas envolve massagem nos órgãos. Por isso não é uma massagem simples de encontrar em qualquer clínica de massagem. É preciso procurar em sítios mais especializados.

Para fazer uma massagem tântrica em casa, aqui fica um guia básico.

GUIA DE MASSAGEM TÂNTRICA


Em primeiro lugar é preciso dar os órgãos sexuais são conhecidos por Lingam, no caso do homem, e por Yoni no caso da mulher.

Uma das opções é se vai ficar nu ou não, embora a forma mais aconselhada seja estar completamente despido.

Se for uma pessoa tímida, pode escolher tapar o seu Lingam ou Yoni, mas se fizer em casa com o seu parceiro o melhor é ficarem completamente nus.

É colocada uma música muito suava, como os sons da natureza.

É preciso depois deitar-se de costas, com as pernas afastadas de forma a olhar para os genitais. Embora não exista sexo de penetração, esta massagem levará a satisfação sexual elevada. É preciso utilizar um lubrificante bom, sem óleos.

Todo o corpo pode ser massajado, embora o Yoni/Lingam sejam os que recebem mais atenção. A massagem nas outras zonas corporais ajudam a preparar o receptor para a massagem nos genitais.

No final da massagem tântrica, poderá existir o orgasmo por parte do paciente, o que faz destas massagens uma actividade excelente para melhorar a intimidade num casal.

VÍDEO DE MASSAGEM TÂNTRICA

Para compreender um pouco mais sobre este tipo de massagens, aqui fica um pequeno vídeo que mostra o processo.


MASSAGEM TÂNTRICA YONI AUMENTA A SENSIBILIDADE NA REGIÃO GENITAL

Massagem tântrica Yoni aumenta a sensibilidade na região genital
A Yoni Massagem, é uma massagem tântrica, superdimensionada e intensificada na Vagina (Yoni), mas é importante lembrar que estas manipulações genitais são técnicas que nada tem a ver com masturbação, e sim com estímulos profundamente estudados e pesquisados, aplicados para aumentar o aspecto sensorial da região genital, proporcionando um prazer nunca experimentados nas manipulações usuais masturbatórias ou sexuais.
O objetivo da Yoni Massagem é propiciar à mulher maior consciência de seu corpo; reconhecimento do seu potencial orgástico; promover a experiência de orgasmos múltiplos; desenvolver novas possibilidades de prazer; oferecer o desenvolvimento sensorial, crescimento, expansão e estados alterados de consciência; auxilia nacura das disfunções sexuais, publicou o blog Gina Responde.
A massagem é aplicada da seguinte forma: Ativam a circulação energética e o pulso muscular, iniciam a Yoni Massagem com toques suaves, muito específicos e elaborados que atuam no processo de drenagem de líquidos e umidificação da vagina. Estes toques são realizados alternadamente na pélvis, na virilha, na vulva, nos lábios externos e internos e na região do períneo. A técnica permite alongar o nervo clitoriano de uma forma muito prazerosa e que a maioria das mulheres desconhece. Esses estímulos potencializam a energia que, cada vez mais, se expande através dos meridianos de força em direção ascendente ao 7º Chakra, localizado no topo da cabeça. Quando a energia sobe, produz uma série de reflexos neuro-musculares, produzindo excitações nos lugares mais sensíveis, espalhando os estímulos também pelos pontos mais adormecidos.
Tantra: Massagem femenina da Yoni
Antes de fazê-lo


Antes de mais, lembrar que isto é uma massagem. Ou seja, o orgasmo não é a finalidade (embora seja um efeito colateral muito apetitoso). O orgasmo pode ou não acontecer (embora a grande maioria das vezes aconteça variadas vezes).
Yoni é uma palavra em Sanscrito e significa vagina. Pode ser também traduzido como “Local Sagrado”. Representa, independentemente da tradução, o orgão reprodutor feminino. O objectivo desta massagem é criar um espaço para a mulher (a recepiente) relaxar e entrar num elevado estado de excitação. Isto é muito útil para qualquer homem. Todos deviam aprender esta técnica.

Preparação
Tomar um banho de imersão relaxante é sempre uma boa ideia tanto para quem recebe como para quem dá. Um espaço calmo é desejável com objectos que transmitam conforto tais como almofadas, velas, musica, etc. Convém também ser um sítio onde não haja pressas nem interrupções.

Um conselho importante: vá à casa de banho antes. Sempre! É muito mau ter de interromper a massagem por uma necessidade fisiológica. Quebra quase por completo o ambiente.

Procedimento


Quem recebe deve-se deitar de costas, com uma almofada debaixo da cabeça de forma a que consiga olhar para os seus genitais e para quem dá a massagem. Coloque uma almofada coberta com uma toalha debaixo das ancas. As pernas dela deverão estar abertas com os joelhos ligeiramente dobrados (pode colocar almofadas debaixo dos joelhos para tornar a posição ainda mais confortável) e com os genitais completamente expostos.
Quem dá a massagem dever-se-á sentar entre as pernas de quem recebe. Pode-se sentar também numa almofada. Esta posição dará total acesso à Yoni de quem recebe a massagem.

Antes de tocar no corpo deverá ritmar a respiração, de uma forma lenta. Ambos os intervenientes devem-se lembrar de manter a respiração lenta. O normal é quem recebe começar a respirar mais rapidamente. Uma das tarefas de quem dá a massagem é relembrar de respirar lentamente. Deve respirar fundo e lentamente.

Começar por massajar gentilmente as pernas, abdomen, coxas, peito, etc de forma a relaxar o mais possível quem vai receber a massagem e para preparar quem vai dar a massagem para tocar na Yoni.
Coloque uma pequena quantidade de óleo ou lubrificante de alta-qualidade no topo da Yoni. (Pode ser encontrado em qualquer sex-shop). Coloque apenas o suficiente para escorrer um pouco e cobrir a totalidade do exterior da Yoni.
Então, começa-se por massajar o topo e os lábios exteriores da Yoni. Demore algum tempo aqui, sempre sem pressas. Relaxe e apressie a massagem. Aperte levemente o lábio exterior entre o indicador e o polegar, e deixe escorregar pela totalidade do comprimento do labio exterior. Em ambos os lábios. Depois repetir nos lábios interiores da Yoni.

Não tenha pressa. NUNCA!


Quem recebe pode massajar os seus próprios seios ou simplesmente relaxar e continuar a respirar fundo, lentamente. É importante que ambos os intervenientes se olhem nos olhos sempre que possível. É aconselhado também a quem recebe ir dando indicações a quem dá. Informe sempre da pressão, velocidade, profundidade, etc. Estas massagens não são uma ciencia exacta. Isto é, cada pessoa gosta de uma forma diferente e cabe aos intervenientes aprenderem um com o outro a melhor e mais recompensadora forma de massajar. No entanto limite o que se diz ao acto em si. Não é propriamente altura de falar do tempo nem da crise do médio oriente.

Suavemente, massaje o clitóris com círculos quer no sentido dos ponteiros do relógio como contrários aos ditos ponteiros. Aperte suavemente o clitóris entre o dedo indicador e o polegar. Faça isto levemente como se estivesse a enviar uma mensagem e não para provocar o orgasmo. Quem recebe deverá estar já muito mais excitada agora e provavelmente terá de lembra-la de respirar profundamente e de uma forma calma.

Levemente e com muito muito cuidado, insita o dedo médio da mão direita na Yoni (há uma razão pela qual deve ser da mão direita que tem a ver com a polaridade do Tantra). Levemente e lentamente explore o interior da Yoni com o dedo. Demore algum tempo, não há pressa nenhuma, seja gentil e calmo, e sinta para cima, para baixo e dos lados. Verie a pressão e a velocidade. Lembre-se que é uma massagem e está a mimar e a relaxar a Yoni.

Com a palma da mão voltada para cima, e com o dedo médio no interior da Yoni, mova o dedo médio no movimento “anda cá”. Irá encontrar uma zona mais esponjosa de tecido mesmo debaixo da zona púbica, atrás do clitóris. Esse é o chamado ponto G ou, como se diz no Tantra, o ponto secreto (existem livros excelente que entram em mais detalhe sobre esta zona). Quem recebe pode sentir que precisa de urinar ou pode até sentir uma pequena dor ou um intenso prazer. Varia de pessoa para pessoa. Varie, de novo, a pressão, velocidade e profundidade do toque de forma a maximizar o relaxamento e o prazer que a sua companheira está a receber. Pode fazer movimentos circulares, mover o dedo para a frente e para tras ou de um lado para o outro com o seu dedo médio. Pode também inserir um segundo dedo (o anelar). Fale sempre com a sua parceira antes de colocar o segundo dedo. A maioria das mulheres não terão problemas em sentir o prazer acrescido de ter os dois dedos a massajar o seu interior. Pode usar o polegar da mão direita para estimular também o clitóris.
Se quem recebe quiser, pode também enfiar o dedo mindinho no anus. Isto terá de ser obviamente com o consentimento de quem recebe. Lembre-se de que após ter enfiado o dedo mindinho não o pode utilizar na Yoni para não haver contaminação de bactérias. Use lubrificante e uma dose extra de meiguice.
(No Tantra diz-se quem está o dedo mindinho no anus, o médio da Yoni e o polegar no clitóris que se está com os mistérios do universo na mão).

Mas então o que raio faz a mão esquerda este tempo todo? Pode usa-la para massajar todo o corpo de quem recebe. Os seios, abdomen ou o clitóris. Se massajar o clitóris é melhor usar o dedo polegar com movimentos para cima e para baixo, com o resto da mão assente sobre o topo da Yoni. A estimulação de ambas as mãos aumenta em muito o prazer recebido.

Não é recomendado que se toque com a mão esquerda uma vez que pode afastar a sua atenção de quem recebe a massagem. Lembre-se que esta massagem é para prazer dela e o principal benefício não é pelo acto em sim mas antes pela actitude e intuito de proporcionar prazer.

Continue a massajar, varie a intensidade, velocidade e pressão. Se houver orgasmo lembre-a de respirar profundamente e continue sempre enquanto ela quiser. O tempo que ela quiser. Se os orgasmos se sucederem, o que é muito possível, cada um será mais intenso que o anterior. Em Tantra isto chama-se cavalgar a onda. Muitas mulheres conseguem atingir orgasmos múltiplos com a massagem da Yoni e um companheiro paciente.

Quando ela disser para parar, lentamente e com muito muito respeito, retire a mão de dentro dela. Pode-se deitar ao lado dela e mima-la por algum tempo. Com a prática irá dominar esta técnica e a sua vida sexual irá tornar-se ada vez melhor, aprendendo cada vez mais sobre a sexualidade feminina.

Yoni massagem na Revista NOVA

MATÉRIA DE RAFAELA RIGATTI (EDITORA ABRIL, JULHO/2009)

“Nossa repórter entregou o corpo (todinho) a uma terapia tântrica que promete orgasmos múltiplos, com direito  a exploração do ponto G. Ainda com as pernas bambas, ela conta a experiência a seguir.
Certa noite, navegando na internet, topei com uma página que me fez acordar mesmo estando morta de cansada: “Tantra, O Caminho do Amor”. Cliquei no link “Massagem Tântrica” e dei de cara com a tal técnica Yoni – que denomina, em sânscrito, o “espaço sagrado”, o “templo sagrado”, a vagina. Ela prometia prazer excepcional, anos luz além do que costumamos conseguir. Dizia lá se tratar de um complexo sistema de tratamento desenvolvido pelo terapeuta Deva Nishok que modifica a estrutura da nossa menina e rende alta performance à mulher que tiver coragem de se aventurar. Detalhe: o terapeuta consegue isso tudo tocando e apalpando, digamos, o túnel secreto da cliente. Uauu! Passei a madrugada pensando se teria a ousadia. Confesso que meu sono foi agitado. Também me perguntava o que meu namorado acharia de uma experiência tão pouco usual. Bem, eu não era obrigada a contar a ele, não é?
No dia seguinte, visitei o mesmo link. E só ficava mais tentada. Quem não quer ter orgasmos múltiplos, explorar ao máximo o ponto G? Resolvi marcar a sessão. Escolheria no próprio site o terapeuta que faria a massagem. Podia optar entre três homens e quatro mulheres. Ao lado do currículo de cada um, havia uma foto. Excluí todos os do sexo masculino. Não conseguiria ser tocada por um cara que nunca vi. Olhei bem o rosto das terapeutas e decidi por Deva Manisha, que tinha um ar calmo. Liguei para o celular dela. Caixa Postal. Deixei recado, mas minha empolgação foi parar no subsolo.
Em 40 minutos, recebi o retorno e agendei para dali a dois dias, na unidade da clínica que fica na Vila Madalena, bairro de São Paulo. Nessas 48 horas pensei em desistir umas 87 vezes. Mas fui, firme e forte. O Centro Metamorfose fica em um sobrado com decoração de casa de mãe (sofás macios, cozinha com cheiro de café). Na frente, apenas uma placa com os dizeres “Centro de Desenvolvimento Integral”. Ninguém desconfiaria do que tinha ido fazer ali. Ainda bem.
Fui recebida pela própria Deva Manisha, uma loira de meia idade, cabelo curto e ondulado. Fui, guiada por ela, a uma das várias salas onde são feitas as sessões (no caminho, encontrei outros terapeutas com os quais troquei cordiais “boa tarde”). O lugar era pequeno, iluminado com luz indireta. No chão, apenas um colchão fino forrado de plástico e algumas almofadas. Após nos sentarmos, ela explicou como seria a massagem. Disse que tocaria os grandes e pequenos lábios, introduziria o dedo na minha vagina para massagear o ponto  G e terminaria usando um vibrador no clitóris. Também perguntou por que eu havia procurado a terapia (curiosidade foi a minha resposta), se gostaria de tomar um banho(eu já havia feito isso), avisou que eu poderia ejacular e que isso era normal (bom saber!). Pediu que tirasse toda a roupa e deitasse de barriga para cima, pernas abertas e olhos fechados. Eu, meio arredia e completamente apreensiva, obedeci. Ao som de música indiana, a terapeuta começou a passar os dedos por todo o meu corpo, causando arrepios deliciosos. Pés, pernas, coxas, seios, braços, cabeça… Ela me pediu para virar de bruços e o movimento continuou: nádegas, costas, pescoço. Fiquei feliz por não ter, logo de cara, alguém acariciando minha vagina… Pelo menos rolaram algumas preliminares!
Fiquei novamente de costas. Ouvi barulho de borracha enquanto ela vestia luvas cirúrgicas. Abri os olhos e a vi besuntando as mãos com lubrificante. Logo após elas deslizavam pela parte interna das minhas coxas, fazendo movimentos parecidos – porém mais suaves – com os de drenagem linfática. Com a ponta dos dedos, pegou os grandes lábios, cada lado com uma das mãos, e foi apertando-os suavemente em toda a sua extensão. O mesmo foi feito nos pequenos lábios. Até ali a sensação era gostosa, mas nada que me fizesse ouvir os sinos tocarem. Então, com o dedo indicador em cima da curva do osso púbico, Deva passou a fazer movimentos profundos e laterais sobre a “parte interna do clitóris que fica presa ao osso pélvico”, segundo sua explicação. E então introduziu, com delicadeza, o dedo médio na minha vagina e passou a estimular o ponto G. O movimento leve de vaivém foi ficando rápido e mais profundo. Eu já estava perto de pedir para parar (não sem certa decepção, porque não havia experimentado nada do que era anunciado no site) quando ela parou. Meu ponto G devia estar ausente naquele dia… Ouvi ruídos que não consegui identificar até que uma sensação maravilhosa tomou conta do meu clitóris: um vibrador, tipo cápsula, começava a me dar o prazer tão esperado.
Deva o posicionou em vários pontos sobre o ponto C, em diferentes velocidades e pressões. Cheguei ao meu primeiro orgasmo em menos de três minutos. Ela o desligou e voltou a passear com os dedos por toda a extensão dos grandes lábios. Pressionou novamente o aparelho vibrante no meu botão mágico. E lá veio o segundo clímax. Pensa que ela desligou o brinquedo? Nada. E., mesmo com a sensibilidade extrema que um orgasmo causa na região, senti uma nova onda de prazer. Ela continuou estimulando minha pérola com o aparelho. E veio o quarto tsunami. Manisha dizia frases me incentivando a mergulhar na experiência, deixar a eletricidade tomar conta do meu corpo e da minha mente. Alcancei mais um orgasmo. E, sensação inédita, descobri que não agüentava mais. Meu corpo estava feliz, mas exausto. Pedi a ela que parasse… e dormi por alguns minutos.
A propaganda não era enganosa e os 290 reais foram pra lá de bem empregados. Fui para casa e fiquei à espera do meu amor. Em meia hora, ele abriu a porta. Eu, sem contar nada sobre a experiência sensacional que tinha acabado de viver, o recebi com um beijo cheio de segundas intenções e o levei para o quarto. E então tive o sexto orgasmo do dia. Desta vez, sem nenhum constrangimento. Só prazer.”


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